Versionamento de API: estratégia simples e previsível
Versionamento de API: estratégia simples e previsível — Boas práticas são atalhos para o futuro: menos retrabalho, menos regressão, mais clareza.
O objetivo aqui é prático: decisões pequenas que melhoram confiabilidade e manutenção. Se você já lidou com bugs intermitentes, sabe o valor de padrões simples.
Como eu abordo
- Comece com o caso real (o que está quebrando ou ficando caro).
- Defina uma regra pequena e aplicável (sem reescrever tudo).
- Instrumente: teste, log ou métrica para confirmar melhora.
- Documente o “porquê” em poucas linhas para não perder contexto.
Armadilhas comuns
- Otimizar cedo sem medir.
- Misturar camadas (controller fazendo SQL, por exemplo).
- Não registrar contexto (request id, rota, usuário) nos logs.
- Apostar em “mágica” de framework sem entender o fluxo.
Dica: prefira mudanças pequenas e reversíveis. Se não dá para reverter, você está fazendo uma aposta grande demais.
Checklist rápido
- Qual é o risco principal (segurança, performance, disponibilidade)?
- Como eu valido a mudança (teste, log, métrica)?
- O que pode dar errado e como reverter?
- Quem mantém isso daqui a 3 meses?
Trecho de código
<?php
declare(strict_types=1);
final class JsonResponse
{
public static function ok(array $data, int $status = 200): void
{
http_response_code($status);
header('Content-Type: application/json; charset=utf-8');
echo json_encode(['ok' => true, 'data' => $data], JSON_UNESCAPED_UNICODE);
}
}
Se esta nota te poupou tempo, anote o que você ajustou e por quê. Isso vira um guia interno com o tempo.
#api #rest #http #git #migrations #redis #monolog
Autor
Rafael Almeida
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